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21
Ago15

Obrigado. Obrigado por me terem posto a ver séries como "Sete Palmos de Terra". Obrigado por "Os Sopranos", "Game of Thrones", "Boardwalk Empire" e "The Knick". Obrigado pela coragem de terem feito uma coisa tão boa como "Curb Your Enthusiasm". Obrigado por melhorarem os looks de mulheres de todo o mundo com as manias da Carrie de "O Sexo e a Cidade" e por darem oportunidade ao Nick Pizzolatto de fazer o "True Detective". E nunca me esquecerei que foram vocês que criaram o "The Wire". Obrigado. Vamos continuar a ser melhores amigos.

 

 

 

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publicado às 11:27

17
Ago15

Ao longo de toda a pré-época nem por uma vez me senti verdadeiramente preocupado com o Benfica. Apesar de ser um benfiquista apaixonado, acho que consigo viver o futebol de forma muito racional, talvez por ter trabalhado alguns anos como jornalista desportivo, e sinto que consigo analisar o que se vai passando de forma isenta e fria. O ano passado, quando toda a gente estava a deprimir com a pré-época do Benfica, cheia de derrotas e com uma goleada pesada frente ao Arsenal, estive sempre muito confiante e achei sempre que quando as coisas começassem a sério a equipa iria reagir de forma diferente e mostrar-se.

 

Este ano as coisas foram um bocadinho diferentes. O Benfica já não tem lá Jesus, tem um treinador novo, que eu continuo sem saber se é bom, se é só mais ou menos ou se é fraquinho. Desde que Rui Vitória foi contratado que digo que não tenho elementos suficientes para o avaliar. Na época passada não vi jogos suficientes do Guimarães para perceber se a equipa jogava alguma coisa, e o lugar que ocupou na classificação final significa, para mim, muito pouco. O Paulo Fonseca já conseguiu levar o Paços de Ferreira à Europa e não é por isso que é um grande treinador. O Jaime Pacheco já foi campeão pelo Boavista, o Inácio foi campeão pelo Sporting 18 anos depois do último título e nenhum dos dois é bom treinador. Ou seja, eu preciso de ver mais Benfica, mais minutos, muita bola a correr, muitos jogos de campeonato, em casa e fora, preciso de ver a equipa em situações muito diferentes — contra equipas pequenas que jogam fechadas, contra equipas de topo, em jogos de grande pressão, em jogos em campos enlameados em que é difícil jogar — ou seja, preciso de alguns meses para tirar conclusões. Os jogos de pré-época não servem para isso, nem dão para isso, são apenas treinos coletivos em que é preciso experimentar jogadores, dar minutos a todos, prepará-los fisicamente, dar-lhes ritmo, e os resultados dos jogos importam muito pouco.

Ao fim desdes dois meses e meio continuo sem saber o que vale este Benfica e o que vale Rui Vitória, precisamente por tudo o que já disse. O jogo com o Estoril foi uma amostra fraca. Para mim, só deu para perceber que o Benfica não é aquela equipa medíocre dos primeiros 70 minutos, nem é a equipa avassaladora dos últimos 20. Neste momento, o Benfica é qualquer coisa ali no meio entre a equipa que jogou muito pouco até ao primeiro golo, e jogou muito depois desse golo. Como costumo dizer aos meus amigos benfiquistas, lá para Janeiro já me podem perguntar o que acho do Rui Vitória, porque já vou ter elementos para formar uma opinião.

 

Também não acho justo comparações com o Benfica que Jesus herdou quando chegou à Luz. Rui Vitória pegou numa equipa retalhada, com a missão de formar miúdos, com um orçamento baixo, e (ainda) sem grandes reforços. Jesus pegou no Benfica na fase mais rica do clube, com dinheiro, investimento, e sem a preocupação de apostar na formação. Jesus tinha um Benfica com Coentrão, Luisão, Máxi, David Luiz, Matic, Javi Garcia, Ramirez, Di Maria, Aimar, Saviola ou Cardozo, Rui Vitória tem um Benfica com Nélson Semedo, Lisandro, Luisão (com 34 anos), Eliseu, Fejsa, Tarabt, Carcela, Mitroglu, Ola John ou Jimenez.

 

Nada de dramatismos, nada de euforias. É esperar, e ver. As contas fazem-se no fim.

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publicado às 22:13

17
Ago15

Não tem sido fácil ser tão assíduo a escrever aqui no blogue quanto gostaria, mas, como já disse várias vezes em diferentes contextos, não é só falta de tempo, é sobretudo uma definição de prioridades. Numa altura em que tenho demasiadas coisas em mãos, algumas têm de ficar para trás. A NiT está numa fase de mudança, e em crescimento, e tem-me consumido quase todo o tempo, e o que sobra tem sido distribuído pela família, pelas corridas, pelas séries, pelos livros e, por isso, o blogue tem ficado um pouco para trás. Só mesmo o blogue, porque tenho dado notícias todos os dias pelo Facebook e Instagram, e tenho escrito uns textos na NiT que vou partilhando na página de Facebook do blogue, por isso, sabem sempre onde me encontrar, e sabem sempre que estou vivo.

 

Ainda assim, quero voltar a estar aqui, e a estar com regularidade. As férias acabaram, agora volta a rotina de trabalho, e tentarei ao máximo aparecer por aqui a falar sobre as coisas do costume. Ainda por cima, está a chegar uma época de emoções grandes, com o reinício do campeonato nacional de futebol, com a pré-campanha eleitoral para as legislativas, com a entrada na reta final de preparação para as minhas maratonas, com uma série de desafios novos que vou tendo na vida, por isso, o que não faltará é assunto. 

Esta ausência já me custou uns textos simpáticos sobre a polémica dos cartazes do PS, sobre a pré-época do Benfica, sobre a novela do Jesus, sobre as fases muito engraçadas que o Mateus tem vindo a atravessar, sobre algumas corridas que tenho feito, sobre as férias, tudo temas sobre os quais gostaria muito de ter dito umas coisas, mas cheira-me que isto daqui para a frente vai aquecer ainda mais. De qualquer forma, posso sempre começar por dizer umas coisas sobre alguns destes assuntos, que continuam quentes. É ir passando por cá.

 

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publicado às 21:54

23
Jun15

Acho que de todas as edições que o "Ídolos" já teve em Portugal só não segui uma. Deve ser o único programa de televisão (à exceção de séries e jogos de futebol) que me fazem querer ir para casa mais cedo para não perder nada. Farto-me de rir com os cromos nos castings e gosto de ir acompanhando a vida dos concorrentes que vão passando de fase em fase. Há três anos, em 2012, lembro-me de que era fã da Teresa Queirós, que considerava ter a voz mais bonita do programa — foi o que escrevi aqui e aqui. Curiosamente, o ano passado conhecemo-nos e ficámos amigos. É uma artista de alma cheia, que canta, representa e fotografa (foi a autora das fotos do genérico da primeira temporada do "True Detective" e conta histórias de pessoas que fotografa na rua na crónica que escreve para a NiT, que podem seguir aqui). Mas é, sobretudo, uma miúda porreira com quem se está muito bem a beber um copo numa esplanada e a falar de tudo e mais alguma coisa.

 

 

 

Luís Travassos

ID Luís Travassos.jpg

 

Tenho percebido pelas redes sociais que tem uma legião de fãs, mas, sinceramente, não consigo entender porquê. Não gosto particularmente de o ouvir, não tem um timbre de voz de que goste particularmente, não o sinto como um animal de palco e acho sempre que as atuações dele são só mais ou menos, nunca muito convincentes. É daqueles candidatos que me perdem, que me fazem olhar para o telemóvel ou ir à casa de banho enquanto cantam. Não me agarra. Se calhar é uma coisa só minha, mas não acredito que vá muito longe. 

 

Paulo Sousa

ID Paulo Sousa.jpg

 

Basicamente, tudo o que disse da Mafalda Portela vale para o Paulo Sousa. Não me convenceu logo nas primeiras atuações, em que sempre o achei um candidato interessante, mas nunca me despertou muito a atenção. Voz regular, boa postura, boa presença, e com potencial. Mas não me fazia bater o coração. Só que na primeira gala arrasou completamente. Foi brilhante. O que fez ali mostrou que é um candidato fortíssimo com tudo o que é preciso para vencer o programa. É bonito, tem pinta, domina o palco, canta bem, sabe comunicar com o público e tem um ar de cantor pop, que é o que se procura no "Ídolos". Ou tem uma noite qualquer miserável, ou vai estar a discutir o primeiro lugar nos três últimos finalistas.

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publicado às 23:45

19
Jun15

O peso da crítica

por O Arrumadinho

As pessoas lidam muito mal com a crítica. Não estou a falar de gente com pouca capacidade de encaixe de cada vez que a criticam, estou mesmo a falar da crítica generalizada, a espaços, eventos, filmes, restaurantes. Sentem que quando alguém diz mal de uma coisa de que gostam o crítico as está a atacar a elas, e em vez de defenderem a sua causa apresentando os seus argumentos tratam de atacar o crítico de todas as formas, procurando rebaixá-lo, insultá-lo, esquecendo por completo a mensagem, a crítica, que é o que verdadeiramente importa.

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publicado às 22:20



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