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30
Jan14

A Dieta Perfeita

por O Arrumadinho

É lançado este sábado, dia 1, na FNAC do Colombo, o livro "Dieta Pefeita", da nutricionista Mariana Abecasis. Quem não conhece a Mariana fica já a conhecer: é a senhora responsável (em parte) pelo corpaço da Carolina Patrocínio, que grávida de sete meses consegue ter abdominais mais definidos do que eu.

 

Como sou um "dieteiro" profissional, sempre atento a tudo o que se escreve sobre esta matéria, e um praticante de dietas uma ou duas vezes por ano, sábado lá estarei prontinho para ver qual é a receita da Mariana. 

 

É que isto de andar há quatro dias a comer sopas e fruta está a dar cabo de mim. Preciso de um estímulo, de uma voz amiga que me guie.

Se quiserem aparecer, força.

 

 

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publicado às 17:37

30
Jan14

The Times They are a Changin'

por O Arrumadinho

Não deve haver um único jornalista de imprensa escrita que não pense no futuro da profissão, na forma como se trabalhava há uns anos e como se trabalha hoje, na alteração profunda do modelo de negócio, com quebras sucessivas de receitas publicitárias e de vendas e uma migração de leitores para a Internet. É uma discussão com alguns anos, que vai ganhando cada vez mais peso e relevância entre quem escreve, quem edita e quem dirige jornais e revistas.

 

Desde o ano 2000, quando fui trabalhar para o jornal online "Portugal Diário", do portal IOL, que olho para a Internet como uma plataforma sem limites, totalmente abrangente e democrática, que tem tudo para ser o espaço de acção dos jornalistas. Acredito que a informação branca tenderá a ser subvalorizada, em detrimento daquela produzida e editada por quem entende de jornalismo, por quem investe em notícias próprias, em ângulos criativos, por quem pensa de forma diferente, por quem vê mais à frente. O maior problema, sobretudo no mercado nacional, está em encontrar essas pessoas. Mas, pelos vistos, lá fora também.

 

O "El Mundo" perdeu ontem o seu director. Único director. Pedro J. Ramírez fundou o jornal em 1989 e irá liderá-lo até ao próximo domingo. Segunda-feira, será substituído pelo seu adjunto.

Por cá, nos últimos meses, por uma razão ou por outra, várias publicações e órgãos de informação viram sair os seus líderes, jornalistas de enorme valor que comandaram os projectos a tempos de glória, que conseguiram afirmar-se, diferenciar-se, construir projectos sólidos, reconhecidos, mas acabaram vítimas da actual conjuntura. Foram derrubados pelo desinvestimento publicitário, ou por questões políticas, saíram porque as vendas estavam em quebra, porque tiveram outros convites mais aliciantes ou, simplesmente, porque perceberam que estava na hora de virar a página. Acontece que todos eles, sem excepção, são profissionais de enorme valor, jornalistas com mais do que capacidade para empreender novos projectos, para repensar as publicações e órgãos onde estavam, para reestruturar jornais, revistas ou televisões que dirigiam. Falo com conhecimento porque trabalhei com quatro deles, gente a quem reconheço enorme valor e méritos, por quem tenho admiração e respeito intelectual.

 

Muito provavelmente, em Espanha, Pedro J. Ramírez irá em breve liderar outro projecto, onde terá sucesso, da mesma forma que teve sucesso do "El Mundo" depois de ter sido despedido da direcção do jornal que anteriormente comandava. E terá sucesso porque é um génio, porque percebe do modelo de negócio, porque tem uma percepção que me parece a mais correcta sobre o futuro do papel e do digital, dos tablets e dos smartphones. Terá sucesso porque é um dos melhores jornalistas do mercado. Nessa altura, provavelmente, as pessoas que entenderam abrir-lhe a porta de saída, ou que não fizeram tudo o que estava ao alcance delas para o segurar, irão olhar para trás e deitar as mãos à cabeça. É que jornalistas, editores, gente que escreve bem, há por aí aos pontapés, mas os homens que marcam a diferença, os cérebros, os visionários, esses, são muito poucos. Isto vale para Espanha como para Portugal, para os Estados Unidos ou para a China. Os grandes recursos humanos são a maior mais-valia que as empresas podem ter, e isso é muitas vezes esquecido.

 

Já tive várias vezes conversas com pessoas que estão na mó de baixo, desanimadas com a vida, algumas sem emprego, sem grandes perspectivas, sem um rumo definido, e a todas elas dei o mesmo exemplo: o Steve Jobs falhou muitas vezes e foi despedido, o José Mourinho já falhou muitas vezes, e foi despedido, isso não faz deles fracos, maus ou incompetentes. Falhar efectivamente ou falhar aos olhos dos outros faz parte da vida e do crescimento de todos. É preciso é que os que falham, mas têm valor, tenham sempre a capacidade, e possibilidade, de se erguerem e irem à luta, porque a vida e o trabalho, com eles, é muito melhor.

 

Aconselho a leitura deste artigo do André Macedo sobre o Pedro J. Ramírez e o futuro dos jornais e do jornalismo.

 

 

 

 

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publicado às 14:08

29
Jan14

E a dieta dá nisto...

por O Arrumadinho

À noite, no sofá.

 

Ela - Tenho fome.

Eu - Queres que te vá buscar um tomate?

 

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publicado às 00:05

28
Jan14

Dieta e treinos

por O Arrumadinho

Como é tradição todos os anos, entrei em dieta. Não que esteja um pote, mas a verdade é que também não estou magro e engordei uns quatro ou cinco quilos desde Setembro, o que também não é muito anormal na minha vida. Não costumo oscilar muito de peso, mas ando sempre entre os 65 e os 70, por aí. Neste momento, tenho 72, o que fez soar a campainha. Por isso, desde ontem, regime.

 

Normalmente, não tenho uma alimentação muito desregrada. Tento comer coisas saudáveis, não abuso de fritos, mas tenho um problema sério: adoro comer. É um dos grandes prazeres que tenho na vida. E, por isso, como, e como muito, várias vezes. Tenho noção de que já estou cheio, mas, por gulodice, ainda como mais seis ou sete peças de sushi, ainda como mais um pouco de massa, ainda como uma sobremesa, e isto, de forma repetida, leva a um normal aumento de peso. 

Mas, no meu caso, não foi só a alimentação. Desde meados de Novembro que não corro, nem faço exercício, o que deve ser um recorde negativo para mim. Perdi algumas provas que queria mesmo fazer, como a São Silvestre, o Grande Prémio Fim da Europa ou o Trail dos Abutres, mas nestes últimos meses não consegui mesmo treinar, sobretudo porque todo o tempo livre que tenho tido tem sido dedicado ao Mateus e a um projecto em que estou a trabalhar e que me consome muitas horas semanais (em breve falo disso).

 

As minhas rotinas de corrida eram sempre as mesmas: acordava às seis e meia ou sete da manhã e ia correr. Depois, tomava banho e ia trabalhar. Ora, agora, às seis e meia ou sete horas é quando o Mateus acorda, por isso, e quando estou de turno, tenho de ir tratar dele. Nos dias em que não sou eu a tratar dele, tenho de aproveitar para escrever, para trabalhar nesse novo projecto. 

Quando chego a casa, à noite, se o Mateus ainda estiver acordado, dou-lhe o jantar e fico um bocadinho com ele. Depois, vou eu jantar, ou fazer o jantar. Acabo de comer, muitas vezes, às 21h30/22h, logo, fica impossível ir correr a essa hora. Até porque acordo às seis ou sete para tratar do miúdo ou para escrever.

 

Claro que se me esforçasse mesmo muito conseguiria encaixar aqui a corrida e os treinos, mas isso implicaria um sacrifício que, neste momento, não me apetece fazer. Quis, e quero, dar prioridade a outras coisas. A consequência está, agora, assinalada na balança.

 

Bom, mas os tempos mudam e esta semana, para lá das dietas, também vou voltar aos treinos, quer a correr, quer no ginásio. Ainda não sei bem quando nem como, mas já disse a mim mesmo que vou regressar ao exercício. 

Em meados de Fevereiro tenho um Trail, na Carregueira, a que quero ir, a 30 de Março tenho a Corrida do Benfica e a 4 de Abril irei correr a Maratona de Paris, para a qual já estou inscrito, com viagem marcada, logo, é inadiável (esta semana dou detalhes sobre isto).

Por isso, é hora de fechar a boca, tirar o pó dos ténis e encontrar forma de contrariar o sono. 

Tudo se faz, basta querer. E, agora, eu quero.

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publicado às 22:59

28
Jan14

É isto, não é?

por O Arrumadinho

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publicado às 18:35

Pág. 1/4




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