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Uma das coisas mais aborrecidas nas férias é aquele ritual de ir às compras. É tempo que uma pessoa pode passar na praia ou na piscina e que acaba por perder em filas intermináveis.

 

No Algarve, sobretudo em zonas mais distantes dos grandes centros, isto pode mesmo ser um inferno, já que há filas para quase tudo – para estacionar junto à praia, para a barraquinha dos gelados, para comprar uma água no café que entra pelo areal, e às vezes até para o senhor das bolas de Berlim há fila. Nos supermercados, depois da praia, então, chega a ser o caos.

 

Há quem tenha percebido isso e feito qualquer coisa para resolver pelo menos parte do problema: os senhores do Continente. Nas principais cidades do país já está disponível o serviço de entrega de compras ao domicílio através da compra na loja online do Continente, onde podemos comprar tudo e mais alguma coisa e esperar tranquilamente em casa que nos levem as compras – o que é particularmente útil, nomeadamente em altura de férias. Agora este serviço de entrega ao domicílio também está disponível nas zonas do Algarve, Moledo e Caminha. E não só nas casas de quem mora lá, mas nas residências de férias, também. Ou seja, podemos fazer as encomendas na loja online do Continente, como normalmente, mas adicionar a nossa morada de férias. O processo é exatamente o mesmo: vamos a continente.pt, fazemos as compras e, na altura de sair, surge-nos a opção “Adicionar Morada”. Pronto, é aí que vamos colocar o sítio onde queremos que nos levem as compras para as férias. Escusamos de ir carregados de casa com 25 pacotes de leite, 50 garrafas de água, 150 latas de atum e 70 de salsichas.  O passo seguinte no processo de saída do site é preencher os dados com a nova morada, e, por fim, só temos de alterar na caixa de seleção de moradas da tradicional para a morada de férias. E já está.

 

Este novo serviço tem também um horário, mais alargado, com um novo período, que vai das 8h30 às 10h30, assim podemos receber as compras antes de irmos para a praia. O cliente recebe ainda um SMS gratuito com a confirmação do horário de entrega na casa de férias, que tem uma margem de tolerância de 30 minutos.

 

* Texto comercial produzido pelo anunciante, o Continente.

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publicado às 23:49

Na quarta-feira, fazia tranquilamente o zapping matinal pelos canais noticiosos quando reparo numa imagem de uma garraiada qualquer numa terriola qualquer. Como estava a fazer zapping, e a tomar o pequeno-almoço ao mesmo tempo, não percebi muito bem o que tinha visto num plano de corte, mas fiquei com a ideia de que era um homem a fugir a um boi daqueles com cornos em ponta, sem estarem cortados, com uma criança ao colo.

 

 

 

 

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publicado às 15:15

Das dezenas de comentários aos dois posts anteriores, há duas opiniões dominantes que retive e que gostava de abordar. Faço-o em forma de post para evitar ter de responder a mesma coisa várias vezes a pessoas diferentes.

A primeira opinião é a das pessoas que acham que eu falo com arrogância sobre o desemprego ou o drama social só porque estou confortavelmente instalado num cadeirão de luxo e tenho a sorte de ter um emprego confortável. Muitas vezes, as pessoas que pensam e dizem isto são as primeiras a dizer também que eu sou um vaidoso porque gosto muito de apontar exemplos meus de sucesso, como se eu fosse muito bom e os outros fossem todos uns falhados.

 

Acontece que estas duas ideias estão ligadas. Se eu falo de exemplos meus não o faço para dizer que sou muito bom, faço-o para demonstrar que aquilo que defendo já teve um efeito prático na minha própria vida. Em momento algum digo que os caminhos que indico ou as fórmulas que proponho são casos de sucesso absoluto replicáveis em todos os casos e para todas as pessoas. Claro que não. É óbvio que não. Aliás, por me parecer tão absurdo pensar isso nem me dou ao trabalho de o escrever. O que defendo é que é muito mais fácil ter sorte e sucesso se formos diferenciadores, empenhados, proativos, empreendedores, dedicados e nunca desistirmos de crescer e de evoluir enquanto pessoas e profissionais. Podemos ser isto tudo - trabalhadores empenhados e excecionais - e não ter sorte nenhuma, e andar anos a fio a penar, como uma leitora conta num comentário em que aponta o exemplo do pai. Claro que não há fórmulas de sucesso, claro que ninguém pode dizer que fazendo isto vai acontecer aquilo. Isso não existe. Mas o primeiro passo para que possamos ter mais sorte, esse, é o da interiorização, o da reflexão sobre aquilo que podemos e devemos melhorar para que possamos ser trabalhadores mais eficientes, diferenciadores, geradores de mais-valias.

 

 

 

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publicado às 00:02

12
Jun14

A Sónia Morais Santos, do blogue Cocó na Fralda, resolveu responder ao meu post com um texto que considero ser a palmadinha nas costas da praxe nestes momentos em que a solidariedade é quase uma obrigação, e quem não o manifestar é um pulha. São visões diferentes para uma mesma questão. Há, no entanto, duas coisas que nos diferenciam: eu tento apontar um caminho, mostrar uma alternativa, explicar que é necessário cortar com o modelo do passado que continua instituído em muitas redações deste país e que leva a isto, a despedimentos colectivos, a empresas falidas. Leio atentamente tudo o que a Sónia escreveu e duas questões não me saem da cabeça: 1. Os tempos de viver a contar com o emprego certo, a fazer aquilo que nos mandam, sem se ser proativo, sem se dar o litro todos os dias, sem procurar a superação, esses tempos, acabaram. 2. Nem todos são empreendedores, nem todos sabem ser freelancers, nem todos sabem trabalhar por conta própria - muito bem, totalmente de acordo. E então? Qual é a solução? Baixar os braços e ficar à espera que alguém se lembre de nos telefonar? Ir para as filas de centro de emprego procurar trabalho noutras áreas, onde possamos voltar a ter um emprego certinho, a cumprir ordens, e a levar para casa um salário certo ao fim do mês? É essa a alternativa? Infelizmente, para muita gente sim, será isso que vai acontecer. Mas isso não é uma alternativa, nem uma opção, é uma consequência da nossa atitude perante o trabalho, nuns casos, de má sorte, noutros, e de injustiça, em muitos outros. Mas pronto, levamos com a pancada. E agora? A solução é chorar num canto e dizer que o mundo se uniu para nos tramar? Isso paga as contas? Isso fará de nós melhores profissionais no futuro? Não, não e não.

 

 

 

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publicado às 16:02

Hoje, quando escrevi o texto sobre os posts comerciais, ainda não estava a par da notícia dos despedimentos na Controlinveste. Mas dizia uma coisa que acaba por ir ao encontro daquilo que se passou naquele grupo, onde já trabalhei, e que se está a passar em quase todos os outros ligados à minha área, a comunicação, que é a necessidade de uma reinvenção dos modelos tradicionais de negócio.

 

Ainda antes de falar disso, queria falar do lado humano do que hoje se passou no grupo do DN. Um despedimento colectivo de 140 pessoas afecta inevitavelmente grandes profissionais. É impossível não afectar. Tenho muitos amigos na Controlinveste, conheço bastantes jornalistas do grupo, já trabalhei com vários, e sei que alguns dos que integram esta lista são muito bons. Só que numa altura como estas, o ser-se bom ou menos bom é um bocadinho secundário, porque o que está em causa são empregos, sustentos, vidas de pessoas e famílias, e por mais esquisito que possa parecer, até é dos menos brilhantes que tenho mais pena, porque esses, na atual conjuntura, terão gigantescas dificuldades em voltar a um mercado de trabalho lotado e em que a tendência é despedir, e não contratar.

 

 

 

 

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publicado às 22:43

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