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Das dezenas de comentários aos dois posts anteriores, há duas opiniões dominantes que retive e que gostava de abordar. Faço-o em forma de post para evitar ter de responder a mesma coisa várias vezes a pessoas diferentes.

A primeira opinião é a das pessoas que acham que eu falo com arrogância sobre o desemprego ou o drama social só porque estou confortavelmente instalado num cadeirão de luxo e tenho a sorte de ter um emprego confortável. Muitas vezes, as pessoas que pensam e dizem isto são as primeiras a dizer também que eu sou um vaidoso porque gosto muito de apontar exemplos meus de sucesso, como se eu fosse muito bom e os outros fossem todos uns falhados.

 

Acontece que estas duas ideias estão ligadas. Se eu falo de exemplos meus não o faço para dizer que sou muito bom, faço-o para demonstrar que aquilo que defendo já teve um efeito prático na minha própria vida. Em momento algum digo que os caminhos que indico ou as fórmulas que proponho são casos de sucesso absoluto replicáveis em todos os casos e para todas as pessoas. Claro que não. É óbvio que não. Aliás, por me parecer tão absurdo pensar isso nem me dou ao trabalho de o escrever. O que defendo é que é muito mais fácil ter sorte e sucesso se formos diferenciadores, empenhados, proativos, empreendedores, dedicados e nunca desistirmos de crescer e de evoluir enquanto pessoas e profissionais. Podemos ser isto tudo - trabalhadores empenhados e excecionais - e não ter sorte nenhuma, e andar anos a fio a penar, como uma leitora conta num comentário em que aponta o exemplo do pai. Claro que não há fórmulas de sucesso, claro que ninguém pode dizer que fazendo isto vai acontecer aquilo. Isso não existe. Mas o primeiro passo para que possamos ter mais sorte, esse, é o da interiorização, o da reflexão sobre aquilo que podemos e devemos melhorar para que possamos ser trabalhadores mais eficientes, diferenciadores, geradores de mais-valias.

 

 

O que se passou na Controlinveste afetou sobretudo jornalistas. Se eu sou mais afirmativo é porque falo de uma classe que conheço muito bem. Os jornalistas, tal como os médicos ou os advogados, arquitetos ou professores, têm de enfrentar um processo continuado de evolução e aprendizagem. Nunca podem parar de aprender, de adquirir novas competências, de procurar novos caminhos. Isso faz parte das competências profissionais. Mas não é isso que acontece com muitos jornalistas, que são sempre contra a mudança, que não querem escrever para a internet, que se recusam a fazer formações em televisão, que acham que não têm de se preocupar com mais nada senão com o texto de 2500 caracteres que têm de escrever naquele dia. Isto é uma realidade que eu conheço, e muito bem. Se um médico decidisse deixar de estudar, de se atualizar, se terminasse a especialização e se encostasse e só trabalhasse de acordo com os métodos que aprendeu na universidade continuaria a ser um bom médico dez ou quinze anos depois? Não. Com os professores é igual. Os advogados também. Hoje, há jornalistas que são dispensáveis porque não quiseram aprender, não se quiseram adaptar, crescer, evoluir, conhecer novos caminhos - e aqui não estou a falar da Controlinveste.

 

Diria que aí uns 98 por cento das pessoas que comentam no blogue não sabem nada sobre a minha vida e a minha carreira. Nada. Sabem, quanto muito, que trabalhei aqui e ali, que faço isto e aquilo, e nada mais. Não trabalharam comigo, não conhecem quem tenha trabalhado comigo, não sabem como começou e evoluiu a minha carreira, não sabem as dificuldades e sucessos que vivi, não sabem nada. Sabem que hoje faço isto ou aquilo, e pouco mais. Por isso, parece-me de certa forma parvo vir para aqui com comentários sobre uma coisa que desconhecem. Mas lá está, aqui entro numa encruzilhada, numa situação em que sou preso por ter cão e preso por não ter. Se falo do meu percurso e das coisas por que passei, sou um convencido, um arrogante, um gajo que tem a mania, um chato, enfim, tudo o que normalmente gostam de vir para aqui chamar-me, mas se não concretizo, se não falo dessas situações, essas mesmas pessoas vão achar que nasci de famílias ricas, que sempre tive tudo o que quis, que sou um privilegiado de berço de ouro. Por isso, fico-me pelo meio termo, ou seja, digo apenas que sei do que falo quando falo de desemprego, de dificuldades, de contar tostões, de bater a portas, de ter de me reinventar, de investir em mim, de arriscar. Não, não vivo confortavelmente instalado no meu sucesso, procuro-o todos os dias. Chamem-me arrogante, vaidoso, convencido, o que quiserem. Mesmo que a vida me volte a deitar abaixo, como já me deitou várias vezes, procurarei sempre seguir este caminho que defendo, e que levou a que conseguisse reerguer-me sempre. Tive sorte, claro, e um dia posso não a ter, também é claro, mas mesmo que não a tenha nunca verei como solução baixar os braços, chorar a um canto a queixar-me do infortúnio e a culpar o mundo. Isso, nunca farei.

 

Ainda ligado a isto, mas falando de uma crítica paralela, que é a dos que me acusam de dizer as coisas como se fossem verdades absolutas, quero só dizer que isso se deve, efetivamente, a um estilo de escrita que eu impus no blogue, em que elimino frases como "na minha opinião", ou "eu acho que". Se o blogue é meu, se quem está a escrever sou eu, parece-me dispensável escrever "na minha opinião" ou "eu acho que". Claro que é na minha opinião, e claro que tudo o que eu digo são coisas que eu acho. Mas, lendo as frases sem essas muletas, admito que possam soar demasiado afirmativas. Mas, como disse, é um estilo, não é por mal.

 

O argumento que mais me diverte usado por vários comentadores é o de que o meu sucesso se deve exclusivamente à minha mulher. Isto está ligado ao que disse anteriormente: as pessoas não sabem nada sobre a minha vida, mas gostam de mandar umas larachas. O que é isso do meu sucesso? O meu sucesso não se determina pelo número de visitas do meu blogue. O meu blogue é uma centésima parte do que eu sou, e representa quase nada na minha vida profissional. Eu não sou blogger, eu tenho um blogue, faço qualquer coisa para que ele tenha leitores, mas não é este blogue que determina o meu sucesso. O mais divertido aqui é que quando comecei a namorar com a minha mulher as pessoas escreviam no blogue dela precisamente o contrário: que ela só tinha sucesso por minha causa, e que tinha arranjado um marido rico, e que eu é que a levava ao colo e mais não sei o quê. Quando conheci a minha mulher, em 2008, tinha 13 anos de profissão, e não fazia ideia, sequer, de que ela era blogger. Mesmo depois de a conhecer, a minha vida profissional deu muitas voltas, para cima, para baixo, para o lado, que nada tiveram a ver com ela ou com a blogosfera. Mas esse lado da minha vida é invisível aos leitores do blogue, porque falo muito pouco sobre ele, logo, o único fator que têm para a analisar o meu sucesso é este blogue. Aí, como é óbvio, ela teve um papel decisivo, e já o escrevi aqui muitas e muitas vezes: milhares de leitores vieram aqui parar por eu ser marido de quem sou. Acham mesmo que eu não sei isso? Sei. Tal como sei que se muitos continuam a voltar todos os dias é porque algo se passa aqui que os faz voltar. Uns até podem voltar só porque adoram odiar, e vêm aqui só para chatear e destilar veneno, mas a maioria, acredito, vem porque gosta, e não gosta apenas porque é o marido da Pipoca a escrever, já que os nossos blogues têm muito pouco em comum.

 

Só uma última nota para responder aos que me acusam de insensibilidade por falar deste tema a quente. Admito, também, que possam ter razão. Mas aqui há uma questão que tem a ver com o tempo das coisas. Eu sabia do despedimento coletivo da Controliventes há pelo menos três semanas. Quando escrevi o texto, aquilo não era uma notícia do momento, era um assunto com semanas, que já me tinha feito pensar muitas vezes. Ainda assim, deixei passar um dia, e só depois escrevi sobre o assunto. Ainda assim, e como disse, admito que possa ter sido um tom demasiado duro para o momento, e se alguém se sentiu ofendido por isso, as minhas desculpas.

 

Com este texto fecho o assunto "Controlinveste".

 

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publicado às 00:02


68 comentários

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De Anónimo a 14.06.2014 às 00:16

Agora sim... esse tom mais moderado fica-te bem. É que, como dizes e bem, as pessoas não te conhecem. Trabalhaste comigo e testemunho a tua humildade e vontade de aprender. O prazer que foi ver-te crescer na profissão - ao contrário de outros que, por pensarem saber tudo ou por uma qualquer ordem de complexoss - resistiam às minhas observações. Um abraço. Pedro Prostes
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De O Arrumadinho a 14.06.2014 às 00:36

Obrigado Pedro. Tu és dos que se procuram reinventar e aprender novas competências. És dos inconformados que perante uma situação idêntica a esta procurou outro caminho, que te levou, para já, a escreveres um livro brilhante. És dos que, inevitavelmente, terão "sorte". Abraço
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De Anónimo a 14.06.2014 às 01:02

reli o meu comentário e constatei que vai com erros que eu tanto destesto. rectifica esta parte, pff: O prazer que foi ver-te crescer na profissão, ao contrário de outros, que por pensarem saber tudo, ou por uma qualquer ordem de complexos, resistiam às minhas observações.


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De Anónimo a 03.07.2014 às 23:50

Pedro Prostes: o homem que muito nos ensinou no 24horas.
Um abraço aos dois. Dois dos melhores com quem trabalhei.
Nuno Perestrelo
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De Pedro a 14.06.2014 às 00:29

Lol acho pior a emenda que o soneto. Sucesso? Qual sucesso? Ok, carreira regular, com evolução normal. Fala como se fosse uma referência do jornalismo nacional ahahah
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De O Arrumadinho a 14.06.2014 às 00:34

Caro Pedro, para mim o sucesso não se mede por "referências", mede-se por coisas tão simples quanto: faço o que gosto, o que quero fazer, estou feliz com as minhas opções, sinto-me realizado e estou satisfeito com o que ganho. Sendo que as coisas que faço, felizmente, não se resumem ao jornalismo. O sucesso é interior. Já ocupei posições de muito maior destaque no jornalismo, já ganhei muito mais dinheiro e, no entanto, não sentia nada do que sinto hoje. Uma coisa é o sucesso aos olhos dos outros, outro é o sucesso interior, que é o que me importa. Mas eu sei que custa ouvir isto. Hoje em dia, é proibido estar-se de bem com a vida, eu sei. Lamento estar.
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De Pedro a 14.06.2014 às 00:43

Sinceramente, fico satisfeito que estejas bem e que muitos sucessos ainda estejam por vir. Gosto de ler alguns dos posts apesar de discordar dos últimos. Contudo, n considero que a evolução de carreira se deva à pipoca, etc. Apenas achei o post pretensioso. Muito sucesso
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De Mariana a 14.06.2014 às 01:49

Ora cá está uma resposta à altura. E verdadeira, verdadeira!
O sucesso é interior...

Mariana S.
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De Irene Sarranheira a 14.06.2014 às 08:57

Arrumadinho você tem toda razão hoje em dia vivemos numa sociedade tão pessimista e conformada que é "praticamente" proibido esta feliz com o nosso proprio sucesso, e mais uma vez concordo com você, sucesso interior é muito mais importante, voce pode exercer sua profissão seja ela qual for ganhar rios de dinheiro e não ser feliz, não sentir verdadeiramente o sucesso interior. I sso incomoda as pessoas que não quer e não tem interesse em crescer, pessoas que leva a vida nas costas como se ela fosse um pesado fardo.
Parabéns pelo seu sucesso, pelo seu casamento e pela sua linda familia você merece isso e muito mais Bjinhos ♥
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De Carla Marques a 14.06.2014 às 10:15

Pois... essa é uma grande verdade. Parece que fica mal não estar em crise, não estar desgraçado e a queixar-se de tudo. Faz-me confusão, mesmo muita, o tempo que se perde a vir para aqui (blogosfera) só para mandar os outros abaixo. É uma coisa que me faz confusão. E a facilidade com que as pessoas dizem que, se alguém tem sucesso, é porque teve cunha, é porque casou com este, é filho daquele. Isso é uma completa idiotice. As pessoas são realmente estranhas. Existem, de facto, muitas pessoas que pouco valem profissionalmente, e que têm empregos à cista de pais, amigos e namorados, mas esses topam-se ao longe, são os que vão picar o ponto e arrastam-se 8 horas no escritório, entre o telemóvel e as Redes Sociais, fazendo o mínimo possível o dia todo. Agora colocar no mesmo saco as pessoas que apresentam trabalho é um pouco esquisito. Simplesmente não percebo.
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De Joana a 14.06.2014 às 13:32

Meu deus arrumadinho, não sei como tens paciência para aturar estas coisas..

E só num toque final, este até foi dos textos referentes à Controlinveste o que menos "gostei", não sintas a necessidade de responder/ou justificar a pessoas que parece que acham que o caminho do sucesso é esperar no site do centro de emprego que lhes caia algo do céu! E que vêm para aqui destilar!
Parabéns por tudo e força! Faltam pessoas como tu com um voz sóbria e real!

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De Rute a 15.06.2014 às 23:29

Gostava de saber mais sobre a tua definição de sucesso.
Não somos todos iguais, acredito que lutas pelo teu sucesso todos os dias e que te tentas reinventar para ser melhor, mas não somos todos assim. Também há os incompetentes encostados, que eu acredito que são excepção. Acho que a maior parte de nós cumpre as suas funções todos os dias o melhor que sabe, e tem sucesso. E muitos de nós têm excelentes ideias para se reinventar e... não tem sucesso.
O sucesso tem várias faces: vendas, realização pessoal, reconhecimento pelos seus pares, etc. Gostava de saber mais sobre a tua definição de sucesso, não o teu, aquele que tu reconheces nos outros.
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De Sandra Teixeira a 17.06.2014 às 14:23

Arrumadinho, penso precisamente o mesmo!

http://ocadernodeardnas.blogspot.pt/
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De Ana a 14.06.2014 às 00:32

Quão complacente! Deixaste passar um dia, mesmo assim. Espero que esteja tudo bem.
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De luana a 14.06.2014 às 00:41

Blá blá blá whiskas saquetas. Não é com paninhos quentes, com a conversa do "ah e tal voçês não me conhecem" que se muda a opinião de alguém. Conhecemos aquilo que o Ricardo nos mostra, aquilo que nos dá a conhecer de si. E sim, parece mesmo que fala de barriga cheia, com insensibilidade, frieza e cola-se um pouco à imagem da pipoca. Nada contra, mas não nos venha com falinhas mansas quando a imagem que temos de si é a que nos transmite.
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De Mãe Sabichona a 14.06.2014 às 00:44

Trabalho por minha conta, nunca tive falta de trabalho, umas vezes mais, outras vezes menos numa área de "topo no desemprego", em que quase todos os meus colegas não trabalham na área. Faço questão de começar por dizer isto para explicar que no entanto não consigo conceber um discurso que tanto se esforça por ser assertivo mas que depois acaba por se revelar num sentido que é sempre o mesmo: o de que controlamos totalmente o nosso percurso e que acabamos por ter o que merecemos. Apesar de concordar com muitas das suas opiniões, fica sempre subjacente a ideia de que quem é bom acaba sempre por conseguir e que quando tal não acontece é porque alguém não se está a esforçar o suficiente. Vai pontuando o tema "sorte" por exemplo, mas numa atitude politicamente correcta. De facto, do ponto de vista racional coloca tudo direito, espreme tudo muito bem, rebate até à exaustão tudo o que lhe é dito. Sabe fazê-lo e fá-lo bem. Mas depois existe uma coisa que se chama sentimentos e que não obedece a essa lógica linear.
Quando aos números do blogue da sua mulher (que não tem nada de errado na minha perspectiva tem sucesso e um estilo próprio), é uma forma confortável de destronar qualquer opinião que o critique. É como dizer mal do MacDonalds, achar que tem comida de plástico, mas depois responderem-me que em quase todo o mundo bate recordes de venda.
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De Cláudia a 14.06.2014 às 00:44

Ricardo, não vejo necessidade em justificar o seu parecer, a sua opinião que é, apenas, uma opinião.
As pessoas, regra geral, não conseguem "dividir" as águas, tornam-se, sim, chatas e fatalistas.
O Ricardo disse tudo aquilo que muitos de nós pensa e não fala por poder vir a ser apontado da mesma forma que o Ricardo o foi.
Tenho 26 anos, trabalho por conta própria há 2 anos e sei o quão difícil é batalhar para alcançar objectivos. É uma luta diária. Mas também sei que isso se deve a todos os pontos que mencionou nos dois posts que colocou para o efeito.
Há sempre o factor sorte, e, infelizmente, não conseguimos alterar, mas também necessitamos de mudar muita mentalidade, porque a crise está, acima de tudo, na falta de valores e princípios.

Espero que tudo lhe corra pelo melhor e que o sucesso seja palavra de ordem no seu dia-a-dia, que é e sempre será uma grande chatice para muitos dos seus leitores. É a realidade para muitos de nós. Enfim...

Felicidades!
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De Luís a 14.06.2014 às 00:51

Concordo contigo a 100,13%.
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De Ana Correia a 14.06.2014 às 00:57

Tanto insulto e histeria que correram por estes últimos posts, só de os ler (coisa que hoje excepcionalmente fiz para perceber o contexto deste último post) fiquei agoniada com tanto veneno e julgamentos gratuitos de valor... É uma pena que o nosso povinho não consiga lidar com uma pessoa feliz, bem resolvida, com opiniões e que sabe o que quer como o Ricardo. Quem não gosta, não passe por aqui, tão simples quanto isso, evitavam-se aqui muitas figuras tristes de pessoas mascaradas pelo seu anonimato... Não sou uma admiradora por aí além do Arrumadinho, apenas gosto de ler aquilo que escreve aqui porque aprecio as suas opiniões sólidas e sem rodeios, e ainda que nem sempre concorde com o que diz, respeito-o por não ter medo e dar a cara por aquilo que acredita, coisa cada vez mais rara neste país... Cumprimentos, Ana.
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De Admiradora a 14.06.2014 às 01:30

Compreendo e respeito tudo isso, afinal, o blog não é teu? A vida não é tua? Algumas pessoas precisam de se alimentar da vida das outras pessoas para conseguirem viver a sua... Beijo grande
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De Catarina a 14.06.2014 às 01:37

Neste Mundo dos blogs nunca fiz um único comentário, mas não posso deixar de dizer que é um exemplo de como há pessoas que só estão bem a criticar seja aquilo que for dito. Não percebem que isto dos blogs é um espaço onde cada blogger escreve a sua opinião e só a sua opinião. Não percam tempo e anos de vida com aquilo que os bloggers escrevem por seu puro prazer e por ser o espaço deles. Limitem-se a ler e a retirar o que pensam haver de positivo e negativo. Cometem positivamente se concordarem e comentem negativamente mas com ideias construtivas e sem ser na base da ofensa e na má educação. Ao Arrumadinho uma dica não perca "posts" a explicar-se a quem não o deve fazer e continue a comentar a atualidade nacional como faz como poucos. Nem sempre concordo com o que escreve mas é sempre um prazer e quase sempre fico mais esclarecida sobre os assuntos que aborda. O meu obrigada.

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