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14
Jan16

helton.jpg

Acho que não preciso de o dizer, quem me lê já o sabe: sou desde sempre adepto do Benfica, sócio do Benfica, apaixonado pelo Benfica. Sou também, desde sempre, adepto de futebol e apaixonado por futebol e por bons futebolistas. Mas sou ainda um admirador de pessoas boas, de gente justa e com uma postura séria perante a vida. É por tudo isto que hoje escrevo sobre o futebolista que mais admiro na Liga Portuguesa: Helton, o guarda-redes suplente do FC Porto. 

 

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publicado às 22:27

07
Jan16

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Jorge Jesus tem tanto de bom treinador como de mau caráter. Já o dizia quando treinava o Benfica. Mas também sempre achei que essas coisas só ganham importância quando a equipa não ganha. É mais ou menos a mesma coisa que acontece com José Mourinho. Adora vangloriar-se, vende-se como ninguém, só que depois há épocas em que as coisas correm mal e toda a personagem construída por ele parece apenas caricatura, uma coisa meio ridícula. Mourinho tem, no entanto, uma coisa que Jesus não tem: um historial imenso de conquistas em vários países diferentes, títulos nacionais, europeus, mundiais com equipas portuguesas, espanholas, italianas e inglesas. Mourinho pode dizer o que quiser porque está escudado por um passado de doze anos de muitas e muitas vitórias. Jesus não. Jesus tem três títulos nacionais, verdade, conquistados nos últimos seis anos com alguns dos plantéis mais fortes da história do Benfica. E é só. Não tem mais nada. Mas há mais. Tem também, nos últimos seis anos, momentos muito maus, com três títulos perdidos para o FC Porto em condições dramáticas, épocas inteiras em branco e muitas, muitas, muitas opções discutíveis e incompreensíveis por qualquer um (deixo só três nomes: Roberto, Emerson, Bernardo Silva).

 

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publicado às 10:33

Começo agora uma sequência de textos sobre coisas verdadeiramente incríveis que me aconteceram em 2015, e que ajudaram a que este ano fosse um bocadinho melhor (porque não foi grande coisa). Há um pouco de tudo, desde coisas que me emocionaram, até experiências únicas, viagens, desafios, corridas.

 

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publicado às 10:39

Não estou minimamente preocupado, desiludido, irritado, triste com a saída de Jorge Jesus do Benfica, nem com a ida de Jorge Jesus para o Sporting. Ninguém me vai ouvir chamar-lhe nomes, desejar-lhe a morte ou a assobiá-lo quando entrar na Luz. Jesus seguiu o caminho que achou que devia seguir, o Benfica vai seguir o caminho que tem vindo a seguir nos últimos anos, e vai voltar a vencer com outro treinador, disso não tenho dúvidas.

JASUS.jpeg

 

 

 

 

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publicado às 09:59

18
Mai15

Um por todos

por O Arrumadinho

Confundir aquele bando de arruaceiros que ontem armaram confusão no final da festa do Marquês com "os benfiquistas" ou "o Benfica", tomar uma ínfima parte por um todo, revela apenas duas coisas: pouca inteligência e um profundo mau perder (também conhecido por azia).

 

O que se passou no Marquês passou-se com gente idiota, que não está ali para festejar, mas sim para armar confusão. E gente idiota desse género há em todos os clubes, em muito eventos, não só em festejos de títulos, não só entre o universo de benfiquistas.

 

Da mesma forma que julgar "a polícia" pelo ato bárbaro de um sacana que espancou um homem em frente aos filhos em Guimarães (sim, não foi no Marquês, como já vi escrito em muitos sítios) também é absurdo. Dentro da polícia, há uma percentagem de idiotas proporcional à de idiotas que existem dentro das claques. Tem, tão só, a ver com probabilidades estatísticas. Não devia ser assim, espera-se das autoridades gente com mais formação e civismo, mas diz a natureza humana que há gente estúpida e mal formada em todas as profissões, e há coisas que não se ensinam nas escolas de polícia.

 

Há quem veja em repeat, para se indignar, a imagem do filho da puta que espancou o homem.

Eu prefiro ver esta, a do agente que abraçou a criança e a tentou proteger do festival de selvajaria do seu superior.

policia.jpg

 Só quem não esteve no Marquês pode achar que o que ali se passou foi um triste festival. Eu cheguei ao Marquês bastante cedo, estive lá até depois de se ter cantado o hino, fui para casa quando a festa já começava a ser desmontada, e não vi violência, nem sequer vi polícia.

 

O que se passou foi já quando muita, muita gente se tinha ido embora e foi, como escrevi, uma coisa de minutos numa festa que durou horas e horas. Infelizmente, a imagem que vai ficar para quem não esteve lá é esta, a da violência.

 

Sinceramente, não faço ideia de quem é a culpa, de quem começou, do que esteve na origem de tudo aquilo. Não foi a primeira, não será certamente a última vez que coisas destas acontecem. Acontecerão enquanto houver gente mal formada, vestindo uma farda ou uma camisola vermelha, verde ou azul, ou seja, acontecerá sempre. Infelizmente.

 

Podem ver as fotos e os vídeos que fiz da festa de ontem no meu Instagram, e pode ver os vídeos que gravei em direto na minha conta de #Periscope (só estão ativos 24 horas, por isso, apressem-se).

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publicado às 13:03



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