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A terceira segunda-feira de janeiro é chamada de blue monday, o dia mais deprimente e triste do ano. O conceito foi criado em 2005, com base numa teoria que diz que é por esta altura que sentimos que voltamos realmente à vida real, depois das festas, é nesta altura que começamos a perceber que gastámos de mais no Natal e ano novo, e as contas começam a chegar, é nesta altura que percebemos que está um frio insuportável e ainda falta quase meio ano para o Verão, e é também nesta altura que já começamos a perder o entusiasmo em relação a algumas resoluções de ano novo. Tudo junto leva a que, na terceira segunda-feira de janeiro nos sintamos muito deprimidos, tristes ou desanimados com a vida.

 

 

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publicado às 15:38

21
Abr15

A aventura do Reshape, dia 6

por O Arrumadinho

Ontem foi o último dia de treinos, o dia das primeiras medições e pesagens e o dia do jantar à la carte no restaurante Alquimia, um dos melhores do Algarve, com pratos criados pelo chef Luís Mourão, do EPIC SANA Algarve. A nutricionista não esteve lá, mas deu-nos ordem de soltura para podermos comer o que quisessemos. Segundo ela, é um disparate a teoria do "dia livre" nas dietas, mas se for apenas "a refeição livre" semanal não é por isso que vamos estragar o que andámos a fazer durante uma semana.

 

O último treino

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publicado às 09:20

14
Abr15

Invariavelmente, de vez em quando lá me chega um daqueles comentários de gente que acha que eu sofro de alguma patologia pelo simples facto de correr com alguma regularidade. Não corro todos os dias, há fases da vida em que corro até muito pouco, mas há outras, sobretudo quando estou a preparar provas maiores, em que tenho de treinar quatro ou cinco vezes por semana, para seguir planos específicos que me permitam correr 21 ou 42 km sem enfrentar grandes riscos.

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publicado às 21:26

09
Mar14

A minha dieta #02

por O Arrumadinho

Três semanas depois de ter ido à primeira consulta de nutrição com a dra. Mariana Abecasis, regressei ao consultório para fazer um balanço destes 20 dias em que ela me deixou à solta com um plano alimentar em mãos. 

Foram três semanas que tinham tudo para correr mal: umas férias em Cabo Verde num hotel com tudo incluído, uma lesão num pé que me impediu de correr, o teste à resistência de quem, como eu, não faz dias da asneira (por opção). Mas a verdade é que consegui resistir a tudo e não fazer nenhum disparate. Em 21 dias, só num momento quebrei o meu plano alimentar: na última tarde/noite em Cabo Verde, em que bebi duas caipirinhas e comi cachupa ao jantar. De resto, tudo certinho.

 

Na primeira consulta, fiquei a saber que estava a pesar 74,6 kg, um valor que nunca tinha atingido. Eu não sou de me pesar — às vezes fico meses e meses sem subir para uma balança — mas sempre me habituei a ver números ali entre os 68 e os 72. Nunca 74,6. A massa gorda também andava por valores pouco habituais (18 por cento). O meu normal é algo perto dos 15 por cento.

 

Nesta segunda consulta, e porque não fiz disparates, tinha a certeza que iria ter resultados melhores. Era impossível não os ter. Não esperava ter perdido 5 quilos, porque me parece muito para três semanas, e porque não fiz exercício, mas sabia que a massa gorda tinha diminuído. Sentia isso no meu corpo, menos inchado, mais firme. Lá subi para a maquineta, agarrei nos ferrinhos que medem a gordura corporal e saiu o relatório: menos 2,7 quilos e menos 2 por cento de massa gorda. Não me pareceu uma coisa impressionante, mas a dra. Mariana disse-me que eram resultados excelentes. Pronto, eu acreditei.

 

Depois, lá lhe disse que a partir daquele momento iria regressar aos meus treinos de corrida, por isso, precisava de um plano diferente, com mais hidratos de carbono. Ela concordou, preparou-me uma dieta especial para corredor, e deu-me a melhor de todas as notícias: poderia reintroduzir o sushi duas ou três vezes por semana, ao almoço (com sopa misu, muito sashimi e até 10 rolinhos de arroz). Senti quase como se a dieta tivesse terminado.

Quando saí da consulta, olhei para o plano (que me chegou ao mail 10 minutos depois) e percebi que iria ser muito fácil manter aquilo, até porque as coisas que normalmente como são boas, e nem sequer sinto que esteja de dieta. A maior diferença é nos jantares, sempre leves, sempre com sopa, e na presença obrigatória de legumes em todos os pratos. De resto, nada de especial.

 

Esta semana, no entanto, tenho aligeirado um pouco as coisas. Embora não tenha feito grandes disparates (não comi doces, nem fritos, nem grandes pratadas ao jantar), senti-me mais livre para abrir algumas excepções: um almoço calórico na Disney, um cachorro a um almoço e um sushi ao jantar. Isto, unicamente, por causa da corrida. Como tenho treinado muito, sinto que o organismo me pede uma ingestão maior de calorias, e acho que não o devo contrariar, até porque preciso dessa energia. Mas agora sinto aquele peso na consciência e um certo receio de, se continuar a fazer isto, poder chegar à terceira consulta e não ter resultados para mostrar.

 

O pior é que a partir de amanhã terei o maior de todos os desafios: uma semana de férias de cidade, no estrangeiro, em que normalmente se come no primeiro McDonalds que se encontra. Amanhã, antes de ir, vou equipar a mala com bolachas Vieira e queijinhos Babybel Light para ver se controlo a fome e tenho discernimento para não fazer asneiras. Vamos ver.

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publicado às 00:00

19
Nov13

O chef Hélio

por O Arrumadinho

Ontem ao final do dia tivemos oportunidade de conhecer o chef da Selecção Nacional, Hélio Loureiro, que já acompanha a equipa portuguesa há 17 anos. Durante mais de uma hora, conversámos sobre tudo e mais alguma coisa, desde os pratos preferidos de alguns jogadores até aos mais esquisitinhos com a comida, sobre a evolução dos gostos gastronómicos das várias gerações de craques que lhe passaram pelas mãos (por exemplo, a geração do Figo era apreciadora de vinho e a actual só bebe colas e sprites) até à crise actual, aos restaurantes do Porto, cultura, história, monarquia, enfim, deu para tudo. 

 

Foi uma daquelas conversas que poderiam durar toda uma tarde, que o tempo passaria a correr. 

Curiosamente, tudo isto aconteceu porque a filha do chef, a Bárbara, é seguidora do meu blogue e do da minha mulher, e, por isso, informou o pai da nossa presença em Estocolmo. Ele teve a amabilidade de nos ligar e de marcar o encontro. E ainda bem que o fez. Ficou já marcada nova conversa, desta vez para o Porto, dia 30, num jantar no Ateneu.

É sempre um prazer conhecer gente nova a interessante.

Abraço para ele, beijinho para a Bárbara.

 

Infelizmente, a foto que tirámos a três ficou no telemóvel dele. Tenho de esperar que a Bárbara a partilhe no Instagram para a poder partilhar convosco.

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publicado às 08:35



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