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Este fim de semana é altura de voltar ao Porto, para a sexta edição do curso de blogues que dou na escola de Comunicação Palavras Ditas. É a segunda vez que dou este workshop no Porto (a primeira correu mesmo bem) e é sempre um prazer voltar a uma das minhas cidades preferidas do mundo inteiro.

Para quem não conhece bem o curso (está aqui uma ideia do programa), a ideia é tentar passar aos alunos todas as ideias que estão por detrás da construção de um blogue de sucesso. Não é um workshop técnico, que aborde questões de programação, mas mais um curso virado para a forma como se deve comunicar no digital, os truques utilizados pelos maiores bloggers, youtubers e criadores de conteúdos digitais, algumas regras essenciais para se chegar a muita gente e uma grande parte do tempo vai ser dedicada às redes sociais, à forma mais eficaz de fazer com que os nossos conteúdos se tornem virais.

Vou falar também de todo o processo de criação da NiT, que em menos de um ano passou de zero a 14 milhões de visualizações de páginas por mês, dos exemplos de conteúdos que funcionam, que não funcionam, dos erros que cometemos, das fórmulas de sucesso, enfim, a ideia do curso é a de vos dar todas as bases essenciais para que possam criar um projeto cometendo o menor número de erros possível, apostando logo em conteúdos com enorme potencial e mostrar-vos como podem usar as principais redes sociais - Facebook, Instagram, Pinterest, Snapchat - para criarem comunidade, fazerem crescer comunidade e aumentarem o tráfego.

No fundo, mais do que um simples workshop de blogues, quero passar-vos o máximo de conhecimento sobre comunicação digital, criação de conteúdos digitais e multiplicação desses mesmos conteúdos, tudo ferramentas decisivas na forma como hoje se trabalha. Tudo isto pode ser aproveitado para criar um blogue, para gerir uma rede social, para criar um site de uma pequena empresa ou para poderem trabalhar numa produtora de conteúdos digitais.

Ainda se podem inscrever no site da Palavras Ditas. Têm todas as informações no link mais acima. Espero por vocês na sexta-feira.

 

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publicado às 11:30

06
Jan16

Eu & A Coolunista

por O Arrumadinho

Em agosto de 2014 escrevi aqui um texto a pedir sugestões de novos blogues para ler. Era uma pergunta um bocadinho interesseira, já que o meu objetivo principal era encontrar gente talentosa, que escrevesse bem, e que desse um bom colunista para a NiT, que iria ser lançada daí a algum tempo.

 

 

 

 

 

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publicado às 17:57

28
Dez15

O início do ano vai marcar também uma espécie de recomeço mais a sério deste blogue, que no último ano esteve muito parado por culpa da minha total entregue ao projeto NiT, que me tem consumido todos os minutos. Felizmente, este investimento está a valer a pena. A NiT tem crescido de forma regular e sustentada, conseguiu no mês de Novembro uns incríveis 11,2 milhões de visualizações de páginas (373 mil por dia), um resultado impensável, até por mim, na altura em que arranquei com o projeto.

 

 

 

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publicado às 18:09

17
Jun15

O estádio de Hitler

A um quilómetro de distância já se sente o peso do Estádio Olímpico de Berlim, onde se jogou a final da Champions. Quando ia no autocarro não conseguia deixar de pensar na história por detrás daquele monumento construído por Hitler entre 1933 e 1936 como demonstração do poderio nazi. O estádio foi a sede dos Jogos Olímpicos de 1936, dos mais marcantes de sempre, e recheados de episódios caricatos, tristes e de luta. Foi neste estádio que o negro Jesse Owens ergueu o punho de vitória com Hitler nas bancadas, uma forma de demonstrar a revolta contra o regime nazi que quis proibir a entrada de negros e judeus nos Jogos Olímpicos, e que só recuou depois de uma ameaça de vários países que garantiram que se Hitler não voltasse atrás na decisão iriam boicotar os Jogos. Foi também neste estádio que Hitler discursou muitas vezes aos alemães e era aqui que muitas vezes reunia 100 mil berlinenses para ouvir deles uma aclamação ao seu ego e ao regime nazi. 

Hoje, por fora, o Estádio Olímpico está praticamente igual ao que era em 1936. Na Segunda Guerra Mundial, as tropas aliadas pouparam o recinto aos bombardeamentos porque necessitavam do espaço para acolher feridos e, por isso, o estádio ficou intacto. Foi todo recuperado em 2004, perdeu 30 dos 100 mil lugares, mas, hoje, continua imponente. Foi de lá que vi o meu Barça despachar a Juventus por 3-1.

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 Tenho muito orgulho nesta minha foto do imponente e histórico Estádio Olímpico de Berlim

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Fiquei mesmo ao lado da claque do meu Barça — foi incrível 

Passear que é bom, nada

Com isto tudo, não me sobrou tempo nenhum para passear por Belim, para conhecer melhor a cidade, para ir aos mil e um sítios a que queria mesmo ir. Andei dois dias a recolher dicas, a ler coisas, a fazer planos, para depois ter apenas a manhã de domingo para andar pela cidade (tinha de sair do hotel no domingo às 12h45). 

Acordei bem cedo e às 8 horas já estava a apanhar um táxi para a zona leste, a antiga Berlim Oriental. Comecei em Alaxanderplatz e vim a pé até à parte ocidental. Passei pelo resto do muro que dividia a cidade, andei pelas ruas sem destino, apenas a conhecer, a tentar perder-me de propósito, e sem mapa, porque muitas vezes é assim que se encontram coisas magníficas. Não consegui ir ao portão de Brandemburgo, mas senti um pouco do que é Berlim, da vida, da história, do peso da cidade. É incrível como se percebe tão facilmente se estamos na zona Este ou Oeste, mesmo 25 anos depois da queda do muro. Claro, soube-me a muito pouco. É uma cidade a voltar, com calma, paciência e sobretudo tempo.

Esta viagem foi feita a convite da Nike.

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publicado às 21:41

17
Jun15

E agora na relva

No dia seguinte, logo às 8 da manhã, já estava no autocarro para mais uma experiência. Agora, fomos todos para os arredores de Berlim, para o estádio do Union Berlin, uma equipa dos distritais, mas com um campo que faz inveja algumas equipas da primeira liga. Encaminharam-nos para os balneários, uma vez mais tínhamos um equipamento personalizado à espera e desta vez as botas Hypervenom II, o modelo para relva, igual ao que Neymar estreou na final da Champions, que se jogou nesse dia, à noite.

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 Uma vez mais, dividiram os 45 jornalistas de todos o mundo por equipas (agora foram três equipas, de 15 elementos cada) e fizemos um treino completo: exercícios com bola, passes, remates, fintas e, no final, um mini-torneio, com dois jogos de 30 minutos cada. A ideia era testarmos as botas novas. Podem ler aqui a crítica que escrevi a este modelo no texto que fiz para a NiT.

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Antes de nos irmos embora, ainda tivemos o privilégio de trocar umas bolas e umas palavras com dois craques: o espanhol Thiago Alcântara (que está comigo na foto em baixo), que joga no Bayern Munique, e o alemão Mário Gomez, da Fiorentina. 

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Eu e o Thiago Alcântara, do Bayern Munique 

 

Depois dos banhos e essas coisas, voltámos ao autocarro mas desta vez para uma viagem curta, de 5 minutos, até um porto. À nossa espera, no rio Spree, estava um barco para nos levar de volta a Berlim. A viagem foi de relaxe, com um DJ a passar música, um chef a grelhar carnes, salsichas e salmão e empregados a servirem bebidas. Foram duas horas maravilhosas. Chegar a Berlim de barco é maravilhoso, sobretudo a um fim de semana, e para mais num dia em que estavam mais de 30 graus. Havia milhares de pessoas na rua, junto ao rio, a ler, a apanhar sol, a tomar banho no rio, a velejar, a beber uns copos, a conversar. Passámos junto a um dos maiores pedaços do muro, que se mantém de pé naquela zona e é atração turística, passámos por cafés, restaurantes, parques, uma viagem daquelas que não se esquecem. Desembarcámos e não houve tempo para muito mais: ir ao hotel, descansar 20 minutos e partir para o estádio.

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 Ao longo do rio, vi dezenas destas espécies de jangadas com pessoal a apanhar sol

 

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Em Berlim, sê berlinense: a beber uma cerveja de cereja 

 

Mais tarde podem ler a terceira e última parte desta aventura por Berlim.

A viagem foi feita a convite da Nike.

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publicado às 15:34



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